Marketing e vendas buscaram um acordo.
Termos como MQL e SQL ajudaram os times a combinar o que era lead, oportunidade e responsabilidade. Foi um avanço — mas ainda dependia de registro manual e sistemas separados.
A Make Talk nasceu de uma inquietação simples: empresas investem em mídia, geram demanda e conversam com clientes todos os dias — mas ainda perdem contexto, velocidade e rastreabilidade justamente no momento em que a compra acontece.
Após 20 anos à frente de uma agência de marketing digital, tive o privilégio de formar lideranças, sair da operação do dia a dia e passar a atuar como conselheiro. Nesse caminho, uma coisa sempre esteve no nosso DNA: performance.
Ajudar empresas a vender mais era algo que o marketing nem sempre assumia com clareza naquela época. Marketing e vendas muitas vezes eram departamentos separados, com métricas diferentes, sistemas diferentes e pouca conversa entre si.
Acreditávamos na união entre os dois times, mas víamos a mesma tensão se repetir: o marketing tinha dificuldade de provar o ROI das campanhas porque faltavam inteligência, métricas e rastreabilidade; o CRM ficava defasado porque o comercial nem sempre atualizava; vendas cobrava leads mais qualificados; marketing cobrava retorno sobre investimento.
Termos como MQL e SQL ajudaram os times a combinar o que era lead, oportunidade e responsabilidade. Foi um avanço — mas ainda dependia de registro manual e sistemas separados.
No Brasil, a conversa substituiu muitos formulários. O cliente prefere chamar, perguntar, negociar e comprar pelo WhatsApp. Só que a maioria dos CRMs não nasceu para essa jornada.
Com IA bem treinada, passou a ser possível responder rápido, consultar bases de dados, acionar ferramentas, entender contexto e ir muito além de um chatbot rígido.
Era preciso alimentar o CRM, apoiar vendas, mostrar ao marketing o que gerava resultado e transformar cada conversa em dado de receita. Foi daí que nasceu a Make Talk.
Nossa missão
A Make Talk existe para dar velocidade, contexto e rastreabilidade à operação comercial. Queremos que a IA ajude a responder melhor, qualificar com mais precisão, atualizar o pipeline, acionar sistemas e devolver para o marketing a evidência do que realmente vende.
Não basta medir clique, lead e mensagem respondida. O jogo é entender qual esforço gerou oportunidade e venda.
O sistema precisa capturar dados a partir do trabalho real do vendedor — a conversa — e não exigir retrabalho depois.
Não acreditamos em bot genérico. A IA precisa consultar dados, respeitar regras, saber quando responder e quando chamar um humano.
Quanto mais aderente ao segmento do cliente, mais a Make Talk consegue transformar atendimento em geração de receita.
Se o WhatsApp já é parte da sua operação comercial, a Make Talk ajuda a torná-lo mais inteligente, mensurável e conectado ao resultado.