Inbox omnichannel
WhatsApp, Instagram, Messenger e webchat entram no mesmo histórico, com responsável, status e contexto comercial.
A Make Talk junta o que normalmente fica espalhado: inbox, agentes de IA, automações, pipeline, atribuição e campanhas. O lead conversa no WhatsApp; a operação enxerga contexto, próximo passo e receita rastreável.
Menos promessa, mais mecanismo. Veja a plataforma operando num cenário real.
Primeiro a promessa clara: transformar conversa em operação. Depois, os módulos e fluxos reais de uso. Cada peça da Make Talk existe para carregar contexto da primeira mensagem até o fechamento.
Lead entra pelo canal onde já compra.
IA lê intenção, origem, base e regras.
Flow, humano e pipeline trabalham juntos.
Venda fechada volta como KPI e ROAS.
O valor não está em cada feature isolada. Está no fato de todas lerem o mesmo cliente, a mesma origem e o mesmo histórico.
WhatsApp, Instagram, Messenger e webchat entram no mesmo histórico, com responsável, status e contexto comercial.
Respondem, qualificam, consultam sua base e transferem para o humano com resumo e próximo passo quando sai da alçada.
Fluxos visuais para vender, agendar, cotar, nutrir e integrar sistemas sem transformar sua operação em projeto de TI.
A oportunidade nasce a partir da conversa, com origem do anúncio, intenção, responsável e próxima ação já preenchidos.
CTWA, UTM, gclid, fbc/fbp, campanha e anúncio acompanham a conversa. Quando o negócio é ganho, a receita volta para medir ROAS real.
Disparos para base própria com tracking de cada clique, sem pedágio em cima da taxa oficial da Meta.
A IA analisa conversas abandonadas, recupera oportunidades dentro da janela da Meta e evita follow-up quando não há intenção comercial.
Recebe áudio e responde no idioma do cliente. Envio de áudio e atendimento telefônico com IA entram como próxima camada.
A Make Talk pode começar onde a dor é maior — hotelaria, vendas B2B, suporte comercial ou recuperação de base — sem trocar a fundação. O mesmo contexto alimenta vários fluxos.
O agente entende origem do lead, conversa anterior, regras comerciais e base de conhecimento. Se precisa de humano, transfere com resumo, intenção e próxima ação.
Monte jornadas com blocos visuais, chamadas de API, perguntas inteligentes, scoring e transferência para equipe. A automação não substitui o comercial: ela tira o trabalho repetitivo do caminho.
O vendedor segue no WhatsApp; a Make Talk cria e atualiza o deal. Quando o lead é marcado e o negócio fecha como ganho, o dashboard mostra qual campanha, anúncio, canal e conversa geraram receita.
WhatsApp, Instagram, Messenger e webchat alimentam o mesmo histórico. Campanhas de WhatsApp reativam a base, a IA recupera conversas abandonadas quando faz sentido e mantém o tracking de cada clique até virar oportunidade.
As próximas camadas são envio de áudio pela IA e atendimento de ligações diretas com agentes de voz.
A Make Talk parece ter vários produtos na superfície porque resolve vários momentos da operação. Por baixo, a fundação é uma só: contexto conversacional + regras comerciais + atribuição.
Histórico da conversa, campanha, base de conhecimento e dados do cliente ficam disponíveis para IA, vendedor e gestor.
Regras de alçada, handoff e alertas evitam bot autônomo demais — a IA resolve o repetitivo e chama humano quando precisa.
PMS hoteleiro, motor de reservas, RD, Pipedrive, calendários, catálogos e APIs entram no fluxo onde a venda acontece.
CRM genérico, chatbot ou Make Talk: como cada abordagem responde quando o WhatsApp vira o canal de venda.
Captação e qualificação
Depende de preenchimento manual. O vendedor conversa agora e atualiza o CRM depois — se lembrar.
Responde perguntas, mas normalmente não vira pipeline nem preserva origem de mídia.
IA qualifica e o deal aparece no pipeline com origem do anúncio anexada.
IA costuma ficar em e-mail, formulário ou nota interna — longe da conversa.
Fluxo rígido. Saiu do roteiro, pede para aguardar um atendente.
Agente usa base, APIs e regras de alçada para responder ou escalar com contexto.
Pipeline e atribuição
Atribuição parcial. A conversa no WhatsApp quebra a leitura entre clique e venda.
Mostra volume de atendimento, mas não receita fechada por campanha.
Campanha, anúncio, CTWA e UTMs acompanham a conversa. Quando o negócio fecha como ganho, o ROAS aparece por campanha.
Exige disciplina operacional alta para manter os dados confiáveis.
Automatiza atendimento, mas entrega pouco controle comercial.
A conversa alimenta a operação automaticamente: histórico, próximo passo, responsável e receita.
Agende uma demonstração. A gente mapeia seu fluxo de WhatsApp, CRM e mídia — e mostra onde a receita fica invisível hoje.